quarta-feira, 4 de maio de 2016
A mitologia em O Senhor dos Anéis
Quando ouvimos a palavra mitologia logo lembramos das histórias heroicas dos deuses e semideuses da Grécia antiga.
Uma mitologia nada mais é do que uma história criada para explicar o mundo, sua criação e como ele funciona, de que forma as forças sociais se organizam, etc.
Na antiguidade se houvesse uma erupção vulcânica as pessoas logo acreditariam que se tratava da ira de Deus, pois naquela época não havia o conhecimento sobre este fenômeno da natureza.
Todos os povos de diversas partes do mundo tendiam a divinizar a natureza, ou seja, atribuir aos fenômenos naturais causas divinas. Se houve uma enchente um tremor de terra é porque os deuses não tiveram oferendas suficientes ou estão zangados com o comportamento de seu povoado.
A mitologia de Tolkien é fantástica, em nome de possuir um anel que pode controlar a todos, criaturas e homens lutam para obter sua propriedade.
Uma grande lição que fica evidente nos três filmes de O Senhor dos anéis é a ganância. Na tentativa de possuir o anel não se medem as consequências e a destruição do mundo, guerras monumentais são travadas, cidades arrasadas e florestas devastadas tudo em nome da vontade de possuir um item precioso.